Lula e Trump, através de videoconferência, reacendem relações amistosas entre Brasil e EUA através de diálogo "produtivo e positivo"
Donald Trump, Presidente do Estados Unidos da América, expressou contentamento sobre a videoconferência com o presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT), em seu perfil na TruthSocial, sua própria rede social. O diálogo marca uma reaproximação diplomática e ocorreu duas semanas após um breve encontro entre os líderes foi em Nova York durante a abertura da Assembleia-Geral das Nações Unidas.
Classificado por ambos os lados como "produtivo e positivo". A conversa que durou cerca de trinta minutos - segundo o Palácio do Planalto - abordou temas econômicos e comerciais, e reacendeu expectativas de cooperação bilateral.
Na opinião do presidente Lula, desta vez o contato direto com Trump é uma oportunidade para restaurar relações amistosas. O Brasil e Estados Unidos carregam 201 anos de cooperação. A opinião foi publicada nas redes sociais.
“Esta manhã, tive uma ótima conversa telefônica com o Presidente Lula, do Brasil. Discutimos muitos assuntos, mas o foco principal foi a economia e o comércio entre nossos dois países. Teremos novas discussões e nos encontraremos em um futuro não muito distante, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. Gostei da conversa, nossos países se darão muito bem juntos!”, escreveu Trump.
"Considero nosso contato direto como uma oportunidade para a restauração das relações amigáveis de 201 anos entre as duas maiores democracias do Ocidente”, afirmou Lula em sua conta oficial no X (antigo Twitter).
Na conversa com o estadunidense, Lula defendeu os interesses comerciais do país e mencionou a chamada “guerra tarifária” imposta por Trump. “Recordei que o Brasil é um dos três países do G20 com quem os EUA mantêm superávit na balança de bens e serviços. Solicitei ao presidente Trump a retirada da sobretaxa de 40% imposta a produtos nacionais e das medidas restritivas aplicadas contra autoridades brasileiras”, escreveu.
